terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Os conselhos dos 'superleitores' para ler mais rápido.

Agatha Christie lia 200 livros por ano, enquanto que o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, termina um a cada duas semanas. O ex-presidente dos Estados Unidos Theodore Roosevelt lia um livro por dia e até dois ou três, se tinha uma noite mais tranquila. Mas como as pessoas em geral podem conseguir fazer isso?

Harriet Klausner, uma bibliotecária de escola americana que morreu no ano passado era ou uma das leitoras mais rápidas da história ou alguém que "economizava" bastante na hora de falar a verdade.
Ela fez surpreendentes 31.014 críticas de livros na Amazon, o que significava que chegou a ler seis livros por dia. Mas nem todos aceitam este número e um grupo de críticos chegou a tentar desacreditá-la.
Klausner se defendeu dizendo que alguns dos romances que lia eram tão curtos e fáceis que lhe tomavam apenas uma hora. E ofereceu outra explicação simples para sua rapidez de leitura: "Se um livro não me interessa até chegar na página 50, deixo de lê-lo", afirmou ao jornal americano Wall Street Journal.
Seus feitos podem ser fantásticos, mas a vontade de poder ler mais é comum a muitos de uma geração frequentemente distraída por séries de televisão, jogos de futebol e tópicos mais comentados no Twitter, que tem cada vez mais dificuldade de encaixar a leitura em suas vidas.
Um livro a cada 2,4 dias
John Sutherland, autor, crítico de livros colunista e professor emérito de Literatura Inglesa Moderna na universidade UCL, em Londres, diz que em 2015 leu aproximadamente 150 livros.
"É bastante", afirma. E o fato de que ele os lê em seu tablet permite passar as páginas em alta velocidade.
"Desse jeito não fico com o dedo dormente e também evito que o próximo leitor contraia uma doença", brinca.
A vida de um leitor profissional, no entanto, depende de sua capacidade de avançar pelas palavras o mais rápido possível, retendo o máximo de conhecimento que puder.
No ano passado, Sutherland terminou um livro aproximadamente a cada 2,4 dias. "Passo quatro páginas de vez se tiver que fazê-lo", afirma.
Dois mil em uma vida
Quando estava na escola, o britânico Tony Buzan fez um teste de velocidade de leitura, que detectou sua capacidade de ler 213 palavras por minuto. "Pensei que era um leitor muito rápido. Mas perguntei a uma garota da minha sala o resultado dela, e ela tinha conseguido 300. Me senti péssimo."
Decidido a melhorar suas habilidades, Buzan praticou leitura rápida em casa e pesquisou sobre a física do olho. Ele também aprendeu sobre focalização ocular e sobre o agrupamento de palavras para poder lê-las como um só fragmento.
Ele descobriu, por exemplo, que era possível ler mais rápido depois de fazer exercícios físicos. E em pouco tempo dobrou sua velocidade de leitura.
Hoje ele é consultor de leitura rápida e memorização, e acredita que o número de livros que lemos é, sim, importante.
"Em vez de ler, não sei, mil livros na minha vida, agora talvez leia dois mil. Isso pode mudar minha existência", afirma.
Eis os seus conselhos para ler mais livros:
- Aprenda a usar seus olhos para ler mais rapidamente;
- Fique em boa forma física, para que o seu cérebro tenha mais oxigênio;
- Aprenda a memorizar capítulos e até livros inteiros;
- Leia sobre o cérebro e seu funcionamento;
- Crie um grupo de leitura rápida e estudo com seus amigos.
Seletividade
Considerando a velocidade média com a qual alguém diz 300 palavras por minuto, um leitor leva cerca de um minuto para terminar uma página. Portanto, para ler um livro de 300 páginas por dia, o leitor médio deveria reservar 35 horas semanais.
"Há uma quantidade de livros limitada que eu consigo ler ao longo da minha vida, e não vou perder tempo com lixo", afirma o colunista do jornal britânico Sunday Times e crítico de livros Jenni Russell. Ele acredita que, com a idade, devemos nos tornar mais seletivos.


"Quando somos jovens sentimos uma curiosidade grande por outras pessoas, como elas pensam e o que sentem. Agora, um escritor precisa ter uma habilidade exemplar ou uma perspectiva interessante para chamar minha atenção."
Quando era criança, Russell lia até 20 livros por semana. Agora, lê três por mês.
E qual seria o melhor conselho de um dos superleitores para enfrentar um ano de leitura?
"Meu conselho é entediar-se", afirma o professor John Sutherland. "Minha infância foi muito entediante, e ler foi uma boa maneira de passar por grandes períodos de tédio."
Um pouco a cada 15 minutos livres
O revolucionário russo Leon Trostsky também se aproveitou do tédio para ler. Durante os dois anos que passou na prisão, lia da manhã até a noite. Desde a ficção clássica europeia, passando pelas pesquisas de Darwin até as teorias de Lênin sobre o comunismo.
A ex-professora de leitura da universidade de Dorchester, na Inglaterra, Ginny Williams-Ellis fundou a organização beneficente Read Easy para ajudar pessoas analfabetas.
"Os livros não são prioridade para as pessoas com quem trabalhamos. A motivação delas é aprender a ler listas de compras, etiquetas de latas, jornais, as palavras da vida diária", explica.
Mas o aprendizado frequentemente leva alunos a se tornarem aspirantes a superleitores.
"Muita gente se emociona quando aprende a ler. Trabalhamos com uma cabeleireira que agora lê um romance por noite."
Russell entende a fascinação. "Nas nossas vidas, só vemos a superfície das pessoas. A ficção nos leva a suas mentes, a seus pensamentos e motivações. Os romances nos levam a lugares que de outra forma nunca veríamos. A leitura pode ter um efeito surpreendente sobre nós."
A jornalista e "treinadora" literária Glynis Kozma aconselha os leitores a tirarem alguns minutos de cada um dos seus compromissos para ler.
"Em vez de pensar que o que você precisa é sentar-se e ler durante uma hora, tente utilizar pequenas quantidades de tempo", diz,
"Leia durante 20 minutos, enquanto espera o jantar ficar pronto no forno. Use cada 15 minutos livres que tiver."
Kozma tenta ler um livro por mês, mas nem sempre consegue. "Acho que muita gente se sente culpada com relação à leitura. Estamos todos tão ocupados que fica difícil justificar o uso do tempo livre", conclui.

domingo, 9 de junho de 2013

Download Grátis de Livros


Temos nessa lista 90 sugestões de livros para leitura. 
É só clicar no link e baixar em PDF. No site da Universia Brasil, que é uma rede de cooperação universitária, você poderá encontrar dezenas de outros títulos.

Na lista, obras como “Madame Bovary”, de Gustave Flaubert; “Fausto”, de Goethe; “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri e muito mais. Veja a lista completa no site da Universia

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Níveis de análise de um texto
    Para construir o sentido do texto, há três níveis de leitura (discursivo, narrativo e fundamental).


         Estrutura (ou nível) superficial: corresponde aos significados mais concretos e diversificados. Trata-se do nível do discurso ou das estruturas discursivas em que a narrativa é assumida pelo sujeito da enunciação.

 Nível discursivo (ou superficial): corresponde aos significados mais concretos e diversificados.

 Nível narrativo (ou intermediário):  corresponde aos valores com que os diferentes sujeitos entram em acordo ou desacordo (noção de narratividade, pôr ordem no caos).

 Nível profundo (ou fundamental): corresponde aos significados mais abstratos e mais simples. É o nível das polaridades semânticas. 

terça-feira, 20 de novembro de 2012


Capacidades de leitura e letramento para a cidadania

Por meio da leitura podemos desenvolver diversas habilidades. Por esse motivo, criar condições de letramento e leitura é dever de todos os professores, independente da área ou disciplina.

Através do letramento e leitura o cidadão tem a oportunidade de adquirir condições de compreender as diferentes linguagens e representações, o que os possibilita argumentar e proporciona condições de exercer função social.

A escola deve exercer a função de desenvolver diversas habilidades de leitura e letramento tendo como foco preparar as crianças, os adolescentes e jovens para uma leitura cidadã. Formar o sujeito social e construir sua moral e ética.

Prepará-los para utilizar a leitura, o  letramento e suas capacidades com autoridade. Cabe aos professores de todas as disciplinas essa função de promover condições, buscando formas de atrair o aprendiz, utilizando recursos pedagógicos que atraiam e estimulem esse aprendizado.

 

                                                      Relato Reflexivo.

   O curso "Leitura e Escrita em Contexto Digital", trouxe uma nova visão de como  trabalhar na sala de aula. Por ser o meu primeiro curso online tive muita dificuldade para me adaptar e realizar as tarefa. Os textos postados abriu o leque sobre o universo da leitura e as ferramentas necessária para formar um leitor ativo.

   O texto que chamou a atenção foi o"Zoológico das Estantes" na qual Fernando Bonassi relata a infinidade de livro para todas as ocasiões e todos os tipos de leitores. Não existe desculpa para não ler, tem sempre um livro que encaixa no seu perfil.

   Na elaboração do blog tive muita dificuldade,  pois nunca tinha atentado para essa maravilhosa ferramenta. Procurei ajuda de colegas para a elaboração e recebi muito apoio do grupo e da nossa tutora Magda que me ajudou muito.

   Termino esse curso com novas visões sobre a leitura e escrita. Algumas ideias de colegas que li nos fóruns eu já coloquei em pratica na sala de aula. No final do curso fiquei um pouco desnorteados porque os meus dois filhos ficaram doentes e eu tive que ficar no hospital acompanhando. Esse é o motivo de eu postar o meu relato no último momento do curso. Foi gratificante o curso por conhecer outros colegas e por compartilhar experiências na área da educação. Pretendo fazer outros cursos na área.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

 

Relato Reflexivo

É preciso aprender para ensinar. O aprendizado faz parte de minha vida profissional, evoluir a cada dia para transmitir aos meus alunos novos e bons conhecimentos. Este foi o segundo curso online em que participei e, sem dúvida, acrescentou e muito à minha vida acadêmica.
As práticas de leitura, escrita e as experiências relatadas por meus colegas me ajudaram a refletir e aprimorar minha forma de ensinar, aprendi diferentes formas de fazer isso, utilizando recursos tecnológicos que fazem parte da vida de meus alunos.
Produzir textos em contexto digital foi fácil, pois já havia feito isso, mas produzir e utilizar o blog foi bem complicado para mim, superei muitas dificuldades e consegui adquir mais algumas habilidades para colocar em prática. O curso foi excelente, aprendi muito.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

POLÍCIA MILITAR SURPREENDE GAROTO DE 12 ANOS DIRIGINDO AUTOMÓVEL.

O Policial militar Milton Souza, saiu do destacamento com sua viatura como de costume, pelo rádio foi solicitado para averiguar um veículo o qual era utilizada pelo condutor em manobras perigosas. O policial saiu à procura do meliante e logo encontrou o mesmo com o referido veículo e quem o conduzia era um adolescente de 12 anos, que se evadiu da viatura entrando numa estrada de terra da zona canavieira porem logo foi cercado e dada voz de prisão. Ele foi apresentado no DP e lavrado o boletim de ocorrência de ato infracional. Posteriormente o menor foi liberado para os pais, que em seguida alegaram que não tinham mais controle sobre o menor, pois se tratar de usuário de drogas.